Bodyboard, bodyboarding

Bodyboard, bodyboarding, bodyboarder

Lewy Finnegan promete ao bodyboard, com apenas 15 anos, o Aussie demonstra neste profile ter a experiência apesar de novato, manobras executadas com perfeição em ondas difíceis, confira no vídeo !

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Saiu o profile para 0 4° finalista, na verdade os profiles que estão na disputa para representar o Brasil, ambos conterrâneos de Niterói, mais de gerações distantes. Confira abaixo os profiles dessa disputa acirrada.

Quarto Profile


Nome: Kalani Lattanzi
Idade: 16
Natural: Brasil

Profile com ótima qualidade nas imagens, bom diversidade de ângulos, bem versátil nas manobras, excelente edição feita pela Dexa.

Profile Kalani Lattanzi from Dexa Produtora on Vimeo.


Nome: Giuliano Lara
Idade: 34
Natural: Brasil

Profile com boa qualidade nas imagens, tubos muito fortes, manobras excelentes em especial o áereo em sua última onda, com certeza entra na lista de uns dos mais animais já registrados.

GIU TURBO from Portalque! on Vimeo.

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Como a maioria dos praticantes do bodyboard já sabe, a campanha da Turbo que teve uma ótima repercussão, já selecionou os 5 profiles e está revelando aos poucos sua escolha. Até o momento foram divulgados no site Aussie três profiles, a partir de agora tudo indica que os dois próximos serão brasileiros, acompanhamos pelo facebook e outras mídias, alguns profiles muito bem editados e com excelentes manobras dos brasileiros como por exemplo, Giu, Kalani, Guns, Malek, Luiz Henrique, entre outros que estão nessa disputa. Que venha pro Brasil este incentivo ao esporte, confira e comentem os profiles revelados para está disputa.

Primeiro Profile

Nome:Nathan Rubio
Idade:23
Natural: Hawaii

Profile bem editado, imagens boas, forte nos áereos e tubos. Inverso e normal áereo na manga, porém poucas ondas para esquerda.

nate rubio from nathan rubio on Vimeo.

Segundo Profile

Nome: Damien Martin
Idade:
Natural: Austrália

Profile com excelente qualidade nas imagens, ondas grandes, tubos fortes, excelentes e diversificadas manobras, ondas de esquerda e direita. Edição animal, versátil, ângulos diferentes, town out, forte concorrente.

Damien Martin Resume June 2010 from andrew kaineder on Vimeo.

Terceiro Profile

Nome:Michael Ostler
Idade:
Natural: África do Sul

Profile com qualidade boa das imagens, poucas manobras fortes, edição bem feita sem nada de especial. Pontos fortes em seu back flip, normal áereo e um áereo pra inverso no final do profile.

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Confira as fotos selecionadas pela Untitled Crew, de alguns Untitleds que enviaram para a promoção do clip, como não foi enviado material suficiente para a edição, vejam algumas fotos.

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Confira mais algumas imagens registradas pelo Rodrigo Mad no campeonato que rolou neste último final de semana no Posto 3 de Copacabana, veja também a matéria completa sobre o resultado no Rioondas. Em breve no ar a edição dos vídeos e entrevistas do dia.

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Entre outros a Untitled Crew está como patrocinador do RP Bodyboarding Cup, campeonato organizado pela galera do Posto 3 de Copacabana que tem tudo para dar certo e realizar outras edições. Confira a matéria no site Rioondas e assista o vídeo dos competidores.

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Para quem não conferiu, ta ai o vídeo do 2° dia da etapa no Peru !

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Direto do “tubo” do tempo:

Tubo do tempo A cada geração o bodyboard ganha novos rostos e com eles chegam novas manobras radicais, além maneiras originais de praticar o esporte. Porém, se atualmente o boadboarding tem seu espaço um nome em especial fez com que os holofotes iluminassem as ondas também para quem encarava o mar com aquelas pranchas pequenas. Quem curte pegar onda na prancha no estilo dropknee, provavelmente, é fã de Jack “The Ripper” Lindholm, uma lenda do North Shore havaiano e inventor do estilo.

Foi em Pipeline, no ano de 1978, que Jack apareceu com essa novidade: ficar sobre a prancha metade de joelho, metade em pé, que mais tarde viria a ser apelidado de dropknee. Para reforçar a lenda e o mito, dizem que Jack inspirou-se em cenas de filmes de Kung-Fu quando fez as primeiras tentativas de pegar onda com a posição. Na época, a prancha ainda era chamada de “Morey Boggie” e Jack usava uma 132 BE flex model.

Fato é, porém (goste você ou não) que o novo jeito fez com que todas as revistas de Surf do mundo se interessassem e quisessem saber mais, publicando fotos de Jack em dropknee. Foi a sua enorme coragem e habilidade em Pipeline que fizeram dele o primeiro “bodyboarder-estrela” a emergir das massas. A ele devemos um pouco do brilho e da atenção que nosso esporte desperta hoje, tanto em quem pratica quanto em quem apenas admira.

Vai aqui, então, nosso tributo a Jack e a outros bravos precursores do esporte: um especial feito pela ESPN -
3rd Morey Bodyboard International Contest – Pipeline Hawaii – December 1984, com verdadeiras lendas do Bodyboarding, como Mike Stewart, Jack “the Ripper” Lindholm, Daniel Kaimi, Pat Caldwell, “JP” Patterson – and top Australian bodyboarders Evan Penglis & Tony Sykes. Aprecie este pedaço da história do bodyboarding!

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Veja o mundo girar de dentro de um tubo!
Conheça o trabalho de Clark Little que vê a vida passar de dentro dos tubos mais irados do mundo

Clark Little é um ex-surfista (se é que existe ex-surfista! Uma vez surfista, sempre surfista), de 40 anos, que mora no Havaí e começou a fazer as imagens depois que sua mulher manifestou o desejo de ter uma foto para decorar a casa do casal.

O que seria apenas uma atividade pontual para atender aos desejos de sua esposa acabou virando profissão. E que profissão! Há dois anos, ele vê e registra a vida passando de dentro dos tubos mais irados do mundo e ainda ganha um bom dinheiro com a venda das fotos.

“O mar é minha segunda casa e eu amo o que faço. Não existe para mim aquela sensação de encarar o trabalho como uma obrigação.” disse Little à BBC Brasil.

Para obter as melhores imagens, ele encara ondas que variam entre 90 cm e 4,5 m com uma câmera capaz de obter até dez fotos por segundo.

Tudo parece um sonho. Praias maravilhosas, sol, mar cristalino, ondas perfeitas… porém, tem coisas que não aparecem nas fotos perfeitas. Muitas vezes, ele chegou a ser arremessado a até 10 m de distância de sua localização original. Até Clark Little tem seu dia de PERRENGUE HISTÓRICO!

“Sempre existe um risco para mim, por conta da força e tamanho das ondas. Mas minha experiência como surfista me deixa à vontade para encarar as ondas sem medo”, afirmou.

Little já esteve no Brasil participando do FestivAlma Surf 2009. Veio para o lançamento de seu livro, realizou uma exposição com algumas fotos selecionadas e aproveitou para fotografar alguns tubos em Maresias.

“Não tenho nenhuma experiência com as ondas brasileiras, mas estou animado para experimentar algo novo. Soube que nesta época do ano as ondas são boas no Brasil”, disse Little em entrevista à Folha Online.

Clark Little conta que, antes de começar a fotografar, tinha mais interesse em assuntos relacionados a ondas e à natureza. “A fotografia deve estar no meu sangue. Meu pai tirou fotos por 30 anos.”

Mesmo já sentindo na pele a emoção de surfar ondas gigantes, Little diz que, hoje em dia, prefere a emoção de fotografá-las. “Estou tão viciado em fotografar que nem passa pela minha cabeça pegar aquelas ondas”, afirma.

Para fotografar as ondas de perto, Little vai para o mar apenas com sua câmera e pés de pato. “Tento me posicionar da melhor forma possível. Perto das ondas eu me sinto confortável, mas em alguns momentos o ar me falta”, explica.

Você pode conhecer mais detalhes do trabalho de Clark Little em seu site http://www.clarklittlephotography.com/ e navegar por tubos incríveis. Agora se você é mais que um admirador do trabalho de Clark, se sua namorada também te pediu algumas fotos, se você registra suas aventuras dentro do mar, compartilhe estas imagens com a gente!

Poste suas fotos e vídeos e divulgue suas imagens para os amigos. Quem sabe você não começa uma carreira de sucesso e passa o resto da vida fazendo da praia seu escritório de trabalho!

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Confira algumas imagens da final do Arica Challenge, que ocorreu ontem 23/05/10, na bateria os bodyboarders Amaury Laverhne que permanece em 1° do ranking e o Australiano Dave Winchester, nesta final emocionante quem levou a melhor foi Winchester que quebrou a bateria fazendo uma onda de 10 com um rolo aéreo monstruoso merecedor da nota e outra de 9.75 com um belo inverso aéreo que não deu chances ao seu adversário, Amaury não teve muita sorte em suas ondas e fez uma pontuação baixa, tendo dropado apenas 3 ondas na bateria.

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